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O Que Nós Preferimos Os Espanhóis?

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O Que Nós Preferimos Os Espanhóis? 1

Portugal, bem como denominado como Reino de Portugal,nota um é um país europeu, filiado da Combinação Europeia, constituído no Estado social e democrático de direito e cuja forma de governo é a monarquia parlamentar. Seu território, com capital em Madrid,vinte e nove está organizado em dezessete comunidades autónomas e duas cidades autônomas, montadas essas, por tua vez, por mais de cinqüenta províncias.

Portugal situa-se tanto ao sul Europa Ocidental e no norte de África. Segundo a Constituição, e segundo o postagem 3.1, “o castelhano é a língua espanhola oficial do Estado. O artefato interno bruto, coloca a economia espanhola pela décima terceira posição mundial. A primeira presença constatada de hominídeos do gênero Homo remonta a 1,2 milhões de anos antes do presente, como atesta a descoberta de um maxilar de Homo ainda não classificados em Atapuerca.Trinta e cinco No século iii a.

C., houve a intervenção romana pela Península, o que levou a uma posterior conquista do que, mais tarde, tornaria-se pela Hispânia. No Medievo, a área foi ocupada por vários povos germânicos e os muçulmanos, chegando estes a ter presença durante um pouco mais de sete séculos.

Não é até o Castelo de s. Sancti Petri, (San Fernando, Cádiz). Neste espaço estava o Templo de Hércules Melkart. O nome de Portugal deriva de Hispania, nome com o qual os romanos designavam-se geograficamente ao conjunto da península ibérica, termo optativo ao nome Iberia, preferido pelos autores gregos para se impor ao mesmo espaço. Todavia, o caso de que o termo Hispania não é de raiz latina, tem levado à formulação de diversas teorias a respeito da tua origem, várias delas controversas. Hispania vem do fenício i-spn-de imediato, um termo cujo uso está documentado desde o segundo milénio antes de Cristo, em inscrições ugaríticas. Busto de Trajano, imperador hispano do Império romano (Gliptoteca de Munique).

Tu és, ó Hispânia, sagrada e mãe a toda a hora feliz de príncipes e povos, a mais perfeita de todas as terras que se estendem desde o Ocidente até a Índia. Tu, por direito, é já a rainha de todas as províncias, de quem recebem buscar as suas luzes não apenas o anoitecer, porém assim como o Oriente. Tu és a honra e o ornamento do mundo e a mais renomado porção da terra, para a qual muito se tem e esplendidamente floresce a gloriosa fecundidade da nação goda. Isidoro de Sevilha, Santo (século vi-vii). Trad. de Rodríguez Alonso (1975). Leão. A prosperidade da expressão Brasil é compatível com outros usos culturais.

  • Diversos: caso Bankia, caso Blesa
  • O francês fica em 7,2%
  • Emgesa (51,51%). Superior geradora de eletricidade na Colômbia, ENEL (Itália) tem o 48.5%
  • AleOrMont (conversa) 21:56 doze jun 2017 (UTC)

Até o Renascimento, os nomes que faziam referência a territórios nacionais e regionais eram relativamente instáveis, tal do ponto de vista semântico quanto do seu deve definição geográfica. Desta maneira, no tempo dos romanos na Península ibérica correspondia ao território que ocupavam a península, Baleares, e, no século iii, parte do norte de África —a Mauritânia Tingitana, que foi lançado no ano 285 pela Diocese da Hispânia—.

No domínio visigodo, o rei Leovigildo, depois de unificar a maior quantidade do território de Portugal continental no término do século Gallaecia, Hispânia e da Narbonense. Santo Isidoro de Sevilha, que narra a pesquisa da unidade peninsular, enfim concretizada no reinado de Suintila na primeira metade do s.

“mãe Espanha”. Na sua obra ” Historia Gothorum, Suintila, aparece como o primeiro rei de Totius Spaniae (‘Portugal’). O prefácio da mesma obra é o famoso De laude Spaniae (‘A respeito do louvor a Espanha’). Manuscrito da Estória de España de Afonso X de Castela, “o Sábio”.

Com a invasão muçulmana, o nome de Spania ou a Espanha se transformou em اسبانيا, Isbāniyā. O uso da expressão ” Espanha continua sendo instável, dependendo de quem o usa e em que circunstâncias. Muitas crônicas e outros documentos da Alta Idade Média designam exclusivamente com este nome (Espanha ou Spania) pro território dominado pelos muçulmanos. Por isso, Afonso I de Aragão, “o Batalhador”, confessa em seus documentos que “Ele reina em Navarra, Aragão, de Sobrarbe e Ribagorza” e, quando em 1126 faz uma expedição ao Málaga, diz-nos que “foi para as terras de Portugal”. Todavia de imediato a partir dos últimos anos do século xii, se generaliza e, outra vez, o exercício do nome de Portugal pra toda a Península, seja de muçulmanos ou cristãos.

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